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Espanha desmantela rede de branqueamento de dinheiro de máfia chinesa

redacao@worldwide.com.br
Hoje Domingo, 21 de Janeiro de 2018, bom dia!

Entre as dezenas de detidos está um vereador

Sobre Espanha Publicada: 16/10/2012 as 11:12:43

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A polícia espanhola deteve 60 pessoas numa operação sem precedentes contra uma máfia chinesa suspeita de ter em marcha um esquema de branqueamento de capital que terá lesado o Estado em centenas de milhões de euros.

Durante a operação, coordenada por um juiz da Audiência Nacional (a instância penal máxima de Espanha), foram efectuadas buscas em várias cidades, sobretudo na área de Madrid e em Barcelona, onde aconteceram a maioria das detenções, revelou o Ministério do Interior em comunicado.

A edição online do jornal "El País" adianta que entre os detidos está um vereador socialista de Fuenlabrada, cidade nos arredores de Madrid e em cuja zona industrial funciona o maior centro grossista de produtos chineses de toda a Europa. Entre os detidos está também o actor pornográfico Nacho Vidal, suspeito de usar a sua produtora para emissão de facturas falsas.

Ainda segundo aquele diário, a operação culmina dois anos de investigação a uma rede (que integraria três organizações distintas) cujos métodos de actuação ajudariam a explicar os baixos preços praticados pelas lojas de produtos chineses. Ao não declarar os produtos que importavam, nem os que vendiam no retalho, os envolvidos no esquema arrecadavam somas avultadas que escapavam ao controlo fiscal e que usavam depois para outras actividades ilegais, como o empréstimo de dinheiro a juros elevados, a extorsão aos devedores, o tráfico de droga, ou a criação de casinos ilegais e casas de prostituição, acrescenta o "El País".

O dinheiro destas actividades nunca entrava no sistema - era transportado por carro ou barco - e parte terá sido depositado em paraísos fiscais, muitas vezes com o apoio de peritos em transacções. A polícia adianta que o fluxo de dinheiro era tal, que só uma das organizações envolvidas terá conseguido branquear entre quatro a cinco milhões de euros por mês.

Segundo o diário "El Mundo", o núcleo da rede incluía 15 pessoas, a maioria de nacionalidade chinesa, mas na organização colaboravam também "um grupo de espanhóis e europeus de outras nacionalidades".


Veja mais: Publico

Publicada: 16/10/2012 as 11:12:43

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